Gabi é uma seguidora querida aqui do Blog, que participava dos eventos, das Feiras, e acompanhava todas as postagens e dicas.

Então vocês já imaginam a alegria que eu estou de poder compartilhar o Final Feliz de Gabi e Elvis!

Eles tiveram pouco tempo pra organizar tudo, e a Pandemia também não ajudou muito, mas com muita organização, conseguiram fazer a festa do jeitinho que sempre sonharam.

A família de minha mãe é do Cabo de Santo Agostinho. Moravam no mesmo bairro que Elvis e frequentavam a mesma igreja. Meus primos cresceram com ele, eram todos amigos, mas sempre que ele ouvia alguém dizer que Gabriella tava indo passar as férias lá, ele já virava o olho e dizia “Viiiixe, ninguém merece!” Ele me achava muito metida, chata… enquanto eu, sempre quis ser amiga dele e da irmã, pq pareciam ser muito legais…hahah!

Em 2011, me mudei pra casa de minha tia pra fazer faculdade na UFPE. Pra tristeza dele e alegria minha, a gente sempre estava nos mesmos círculos… Na igreja, na casa de minha prima vendo um filme, nos passeios com os amigos etc. Isso foi nos aproximando e ele começou a mudar o conceito que tinha de mim, até que a amizade acabou virando algo mais.

Na época, eu namorava com outra pessoa, mas também gostava muito de Elvis – mas não o suficiente pra romper o namoro de anos. A vida cuidou de resolver isso por mim, o namoro acabou e em Dezembro de 2011 a gente se deu uma chance.

Minha mãe dizia que não queria que eu namorasse com alguém da região enquanto estivesse na faculdade, e até ameaçou me fazer voltar pra Petrolina se eu insistisse. Ela nem sabia ainda sobre Elvis, mas mesmo assim eu achei melhor por um ponto final nessa história e focar na minha carreira.

Continuamos amigos, conhecemos outras pessoas… mas sabe aquela coisa de “quando é pra ser, a vida dá um jeito”?! A gente sempre lembrava um do outro, sempre dava aquele abraço mais demorado quando se reencontrava – o que passou a acontecer com menos frequência… sempre fomos especiais um pro outro, mesmo não estando mais juntos. Vez ou outra, quando eu descia do ônibus, voltando da faculdade, ficava me perguntando: será que vou encontrar Elvis no caminho pra casa?  E, acredite se quiser, lá vinha ele andando em minha direção! Eu ficava feliz da vida, e nem entendia por que.

Em 2015, eu e meu pai fizemos uma turnê na Europa. Em cada cidade, eu comprava uma lembrancinha pra levar pra família e amigos. Em Milão, lembrei de Elvis: Preciso levar alguma coisa pra ele e pra irmã dele! Comprei um chaveiro com a imagem do Duomo de Milão e, assim que voltei pro Brasil, mandei uma mensagem pedindo pra ele ir na casa de minha tia. A ideia era só entregar a lembrancinha, mas tinha tanto tempo que a gente não se via que aquele encontro foi diferente… Dias depois, eu tinha passado por uma situação bem difícil e precisava de alguém pra conversar, alguém que eu pudesse confiar de olhos fechados… e claro que tinha que ser ele! Combinamos de ir pra praia do Paiva – que depois acabou se tornando o nosso cantinho, nosso refúgio – e lá conversamos por horas. Elvis sempre teve o dom de me fazer rir, me fazer sentir leve (até quando tô numa TPM daquelas)… foi tão bom estar ali, longe do mundo todo, só nós dois, esquecer os problemas, ouvir o barulho das ondas e deixar a brisa recarregar as energias… o dia perfeito, o lugar perfeito pra um reencontro perfeito. Nossos corações se abriram um pro outro novamente e, desde então, nunca mais permitimos que se fechassem novamente.

No final de 2016, voltei pra Petrolina. E agora o desafio era a distância. A gente se revezava nas viagens, pra matar a saudade, até que, quando a gente achou que ia colocar um fim nisso e marcamos o casamento… surge a pandemia e por muito pouco não precisamos adiar nossa data. Passamos aproximadamente 6 meses sem nos vermos, porque na minha família tem muitas pessoas do grupo de risco. Mas, como nada nesse relacionamento veio  de mão beijada, o casamento não seria diferente…hahahha!

Graças a Deus, tudo deu certo, tivemos um dia incrível na Baía da Preguiça (não deu pra ser no Paiva mas foi com as ondas do mar abençoando a cerimônia naquela vista incrível!), com pouco mais de 50 pessoas – só família e amigos mais íntimos – do jeitinho que a gente gosta! 

(Gabi – Noiva)

Eles queriam uma Festa bem Romântica, e assim foi, um Final Feliz diurno, na Praia, cheio de Romantismo em todos os detalhes, “a cara” dos Noivos. Nada muito clássico, mas bem romântico e leve.

O vestido da Gabi estava lindo, bem dentro dessa pegada romântica que ela queria, leve, delicado e super sofisticado!

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Toda a Identidade Visual e Papelaria ficou por conta da Lírio de Papel, que arrasou, e trouxe esse clima leve e romântico para cada detalhe do Casamento.

Todo mundo dizia que não tinham visto uma noiva tão tranquila e rindo a toa como eu. Se eu olhasse pra qualquer lado procurando um defeito sequer, não conseguia encontrar. Foi muito mais lindo do que eu esperava! Apesar de ter organizado tudo virtualmente, deu tudo tão certo que me senti a mulher mais abençoada naquele dia!

(Gabi – Noiva)

Gabi e Elvis, que alegria celebrar esse dia com vocês!

Que Deus abençoe que ele seja sempre o centro do seu lar :)

Beijos, Nina.

Local da Cerimonia e Recepção: Baía da Preguiça | Cerimonial e Assessoria: Lorenna Bastos Cerimonial | Buffet: La Galerie | Decoração: Thamara Beatryz | Bolo: Silvaneide Alves | Papelaria: Lírio de Papel | Som: Nelson Fernando | Doces: La Galerie | Vestido: Estilista Valdenio Lopes – Petrolina | Make e Cabelo: Karol Couto Make Up e Dea Gomes Hair | Acessório: Seraphine Noivas e Festas – Petrolina | Fotografia: Barbara Oliveira Fotografia | Vídeo: Junior Cruz Films